segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Campinas - O Retorno



São aproximadamente 7 horas e 30 minutos no dia 27 de agosto de 2007. Antes de ir para Facamp, abro meu e-mail. Está lá: RESULTADO DO PROCESSO SELETIVO DA AIESEC. Segunda vez que estou tentando - na primeira, bomba! Nervoso, clico. Que felicidade! André Silva (guardem esse nome) dá a notícia que mudou minha vida. ‘’Você foi aprovado... ’’. Mal sabia eu para o que eu tinha sido aprovado. Para mim, estava entrando numa organização que somaria pontinhos ao meu currículo. Logo depois, dias 1 e 2 de Setembro, tive meu Discovery Days, um final de semana de imersão no tema AIESEC, para membros novos conhecerem um pouco mais da associação. Confesso que sai de lá mais perdido que minhoca dentro de macarronada. A única coisa que havia entendido era: isso é um grupo de jovens que quer fazer o bem pra sociedade. Para mim estava ótimo. Já me sentia em casa.

Tive experiências na área de marketing, comecei a área de gestão da informação (tudo que existe hoje nela está longe de ser fruto do meu trabalho), fui chefe de delegação de uma conferência regional (consegui levar a maior delegação que Campinas já teve: 29 membros), fui diretor de finanças e candidato a presidente. Derrotado. Por André Silva, aquele que havia me selecionado. Melhor derrota da minha vida. No final das contas eu ganhei e a AIESEC Campinas triunfou ao receber alguém tão capaz e apaixonado como o André para liderar o escritório em 2009. No conjunto da obra, demos um passo à frente e felizmente consegui contribuir com isso ao ser o primeiro membro de Campinas eleito para o escritório nacional.

Porém, tenho que admitir: pensei em largar tudo antes. Continuei por dois motivos: o então diretor de finanças da AIESEC no Brasil, Pablo Roos (vulgo Super) conversou comigo durante a última conferência nacional do ano, incentivando-me a tentar ser seu sucessor. Dito e feito (obrigado patrão, por tudo). Mas antes disso, a segunda razão e a mais importante de todas: meu time de finanças. Segunda-feira, 1 dia após minha derrota para presidência, reunião de área. Todos estão presentes: Amilcar, Bruno, Caíque, Fernanda, Flávia, Rafael, Vinícius (para sempre guardarei vocês comigo, obrigado de coração) e eu. Todos emocionados, sentindo junto comigo o abatimento da derrota. Aquela cena não vai sair da minha cabeça. Jamais! Pensei: se eles estão chorando junto comigo, é porque alguma coisa que eu fiz saiu certa. Aquilo me motivou a arriscar o escritório nacional. Dito e feito 2. A partir daí, já contei algumas histórias em posts passados, sobre tudo o que te ocorrido.


Retornando a Campinas: 2 anos e 25 dias depois de entrar na AIESEC, André me convida para ser o chair do Discovery Days 2009.2. Era minha vez de conduzir o evento para recepção dos membros novos. Era o dia em que eu retornava ‘’ao meu berço’’. Que final de semana inesquecível! Dezenas de recordações vieram à tona, revi pessoas importantes na minha vida, observei os membros novos, lembrei do meu começo. Perdido, curioso, assustado, empolgado. Entendi o papel deles e daqueles que vão continuar na organização ano que vem: dar continuidade às histórias construídas. Histórias de pessoas que se entregaram para a AIESEC, que perderam aulas, brigaram com os pais, namorada (o), estressaram-se, perderam festas (tudo isso não é regra, mas acontece). Acima de tudo, histórias de pessoas que se encantaram com a AIESEC, que mudaram suas vidas, que são gratas à organização e que começaram suas carreiras lá. Perfis, personalidades, pensamentos, estilos e sentimentos, tudo diferente, envolvendo várias pessoas na consolidação interminável de uma única história. A minha jornada se cruza com a realidade da AIESEC em Campinas hoje. Sinto orgulho disso. Sinto orgulho em ter começado ali. Feito grandes amigos e amigas. Confio neles. Sei que podem crescer cada vez mais. E eu crescerei com eles. No final do evento, solucei (para não dizer que chorei novamente) quando fui agradecer alguns membros do meu time e receber o carinho deles. No início do ano, eles ganharam o prêmio de melhor área de Finanças da AIESEC no Brasil. Auto-realizado. É assim que me sinto hoje ao lembrar que Finanças foi a grande responsável pelo quase fechamento de nosso escritório em 2007. Passado.

AIESEC em Campinas: obrigado por iniciar minha mudança de vida, por consolidar os valores que hoje guiam meus atos, por me proporcionar momentos de alegria e reflexão, por me deixar orgulhoso a cada resultado obtido, por me deixar tranquilo ao saber que pessoas boas darão continuidade a nossa história. Digo sem pestanejar a todos os membros, amo vocês, confio em cada um e contem sempre comigo. Para tudo, a toda hora, a todo segundo. Estarei sempre ao lado de todos.

Do âmago de meu coração não canso de dizer OBRIGADO. Boa sorte!

Beijos,
Bona.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Juiz de Fora

Comi o famoso torresmo do Bar do Bigode, os 3 tipos: torresminho, tira e a ponta! Assim, realizei um sonho que surgiu desde o primeiro momento em que fiquei sabendo que seria o responsável por dar suporte ao escritório da AIESEC na cidade mineira ou ‘’esquina do Rio’’.

Cidade boa, muito agradável, já até marquei minha volta: 23 de Outubro. Retomando o torresmo: sinceramente fiquei feliz em experimentá-lo, ainda mais acompanhado de Itaipava gelada e acima de tudo, boas companhias. Mas o torresmo está longe de marcar minha vida. O que marcou minha vida foram as pessoas que conheci. Antes de fazer meu trabalho como coach, fui incumbido de ser o Chair, responsável por conduzir (ou pelos menos tentar) um evento – no caso, a conferência de recepção aos membros novos da AIESEC em Juiz de Fora, vulgo Discovery Days.

Que final de semana maravilhoso! A começar pelo local, uma chácara (ou granja para os nativos). Uma casa grande, com piscina, jardim, karaokê, animaizinhos (macaco, araras – ambos em jaulas, cachorros e gato). Nada demais, tudo normal. Jamais! Normal? Não para quem vive em São Paulo. Tive a oportunidade de ver estrelas e o céu azul. Os sons dos pássaros e das folhas nas árvores se mexendo substituíram as buzinas e o alarme do metrô – aquele que avisa que porta irá fechar. Eu respirei ar! Juro!

Conheci um pouco mais sobre a história da AIESEC de Juiz de Fora. O início foi em 2007, quando um grupo formado por 9 jovens quis fundar a organização na cidade. Muitas dificuldades e derrotas foram vividas desde então. Mas, acima de tudo muita luta e paixão estava envolvida em cada obstáculo superado. Hoje, em 2009, uma nova geração está chegando para dar continuidade ao trabalho daquelas pessoas e fazer o sonho dar cada vez mais certo. E tem dado muito certo por sinal. A paixão continua e, obviamente, a luta não cessa. Hoje a AIESEC JF tem mais de 30 membros e está perto de realizar 20 intercâmbios. 20 vidas mudadas a nível internacional, outras dezenas afetadas positivamente pelas experiências que a organização oferece a nível nacional e local.

Em uma das sessões, a história toda foi recordada. No início, eu estava mexendo nas minhas planilhas de Excel, trabalhando. Quando resolvi prestar atenção no que estava acontecendo, larguei tudo na hora. Aproximei-me de todos. Sentimentos do passado se confundiram com os desejos para o futuro e a realização do presente. Naquele momento, vi pessoas se emocionando, ao cruzar acontecimentos da vida pessoal com a AIESEC, pessoas manifestando identificação com a instituição e gratidão pelos seres humanos que construíram toda essa bela história. Fui contagiado por algo superior, uma energia mais forte do que qualquer palavra. Não consigo descrever, apenas recordar as belas emoções que senti. Fui surpreendido.

Novamente, tive que agradecer pela oportunidade que recebi. Agradecer por ter conhecido cada um que estava lá. Por ter passado momentos de diversão e aprendizado. Por ter ganhado mais energia ainda para continuar lutando pelos meus sonhos e pela AIESEC. Chorei de alegria novamente.

Obrigado a todos os membros da AIESEC em Juiz de Fora pelo carinho, por todos os momentos de alegria, pelas risadas e por fazer a diferença na minha vida. Contem sempre comigo. Sempre mesmo! E em breve, estarei novamente ao lado de vocês.Do fundo do meu coração, desejo muito sucesso a todos.

Um grande beijo e forte abraço,

Bona.



sábado, 12 de setembro de 2009

Para toda a vida.



O avião acaba de decolar. São 18 horas e 43 minutos em Londres do dia 6 de setembro. É o início da minha viagem de volta para casa. Nos últimos 26 dias passei pela experiência mais marcante da minha vida. 12 horas de viagem me esperam pela frente. Tenho que fazê-las valerem. No início, li um pouco da minha nova aquisição literária: Barack Obama for Beginners - para tentar entender um pouco mais sobre essa figura única, amado em grande parte do mundo ‘’apenas’’ por seu carisma. Logo depois, cheguei em Zurique (Suiça) para fazer conexão do vôo. Enquanto esperava o avião, adiantei algumas coisas do trabalho. Já dentro da aeronave, erroneamente tirei meus sapatos para ficar mais confortável. Sabe como é: nos últimos dias de viagem as meias começam a ser usadas mais de uma vez e liberam um odor não muito agradável - carniça. Desculpem o detalhe. Enfim, tinha mais 11 horas pela frente. Assisti ‘’Uma noite no museu 2’’, durmi um pouco - porque ninguém é de ferro - e então decidi: vou refletir! Comecei a lembrar de todos os momentos do Congresso Internacional da AIESEC. Lembro claramente da primeira experiência de impacto: na cerimônia de abertura foi apresentado um vídeo, daqueles motivacionais, falando sobre a organização e sua abrangência. Funcionou! Na tela, todos os nomes dos 107 países apareceram. Naquele instante não me contive. Uma mistura de sentimentos de responsabilidade, emoção e expectativa me fizeram ficar arrepiado, ao mesmo tempo em que lágrimas tímidas – limpadas com meus dedos indicadores (dramático)- saiam dos meus olhos. “Mais de 100 países”. Durante 2 anos na AIESEC isso era apenas uma frase de impacto para mim. Em Kuala Lumpur, na Malásia, a frase se tornou realidade. Foram 12 dias intensos. Fiz amigos na Bósnia, Indonésia, Bolívia, Guatemala, Moçambique, México, Ucrânia, Moldova, Colômbia, Holanda, Alemanha, Gana, Tanzânia, Turquia, Tadjiquistão, Egito, Rússia, Porto Rico, Panamá, Argentina, Chile e por aí vai. Fiz reuniões com outros países para alavancar nossos resultados em intercâmbio e melhorar a qualidade de alguns processos de minha área (finanças). Escutei de um menino da Malásia: ‘’Eu quero mudar o mundo’’. Isso já ouvi muito, mas não com aquela convicção. Ouvi um africano dizer que pode mudar o meu mundo e que eu posso mudar o dele. Está louco? Não, ele tá certo. Em rodas de discussões, estava no meio de representantes do Afeganistão e dos EUA, de Armênia e Turquia, Brasil e Argentina (3 a 1), Alemanha, França, Inglaterra, países da África no mesmo local de pessoas dos países colonizadores. Estava num mundo em miniatura, preso em um hotel , com mais de 600 pessoas. Mas aquele mundo, estava distante do nosso. Lá, os esforços eram em conjunto. Todos estavam ali para gerar novas ideias, soluções e ações práticas para mudar onde vivemos. A paixão pela vida e a vontade de fazer a diferença movimentou negros, brancos, amarelos, etc. E, falando em paixão, achei que a minha pela AIESEC e pelo desenvolvimento que ela me oferece já estava no patamar mais alto possível. Estava enganado novamente. Fui surpreendido. De uma maneira inexplicável. Minha visão de mundo mudou de novo! Não agüento mais! Mentira! Brincadeirinha. O que faço hoje é o máximo que posso oferecer? Não. Nunca será! Como dizem livros e teorias de administração: a melhoria tem que ser contínua. E pelo menos para mim está sendo. Sinto-me energizado. Cheio de oportunidades. Não quero parar e voltar para faculdade ano que vem. Quero seguir minha vida aqui, em casa, na AIESEC. Posso ir trabalhar na AIESEC em Singapura, ou em Marrocos, ou em Moçambique. Quem sabe na Holanda, ou até mesmo lá pelas Américas. Algo mais aventureiro: Nova Zelândia. Ou mais ‘’tecnológico’’: Japão. Desafiador: Quênia. Chocante: Camboja. Posso parar de pensar nos meus passos futuros agora e voltar a minha realidade: Brasil.

Eeeee \o/

Essa última opção é mais viável no momento. Ainda tenho 10 meses de gestão. Muito e pouco tempo – depende do meu esforço. Milhares de tarefas a serem cumpridas, reuniões a serem feitas, conferências a serem entregues, estresses a serem passados, e-mails a serem respondidos e enviados, auditorias a serem feitas, planilhas e mais planilhas de Excel a serem usadas, decisões a serem tomadas, ideias a serem apresentadas, vitórias a serem obtidas, derrotas a serem transformadas em aprendizado. E eu tenho 10 meses! Vish! Assim como minha viagem de volta para casa está valendo, que esse tempo também seja bem utilizado. E será! De repente, paro de pensar no que passei. Uma sucessão de imagens de pessoas começa a vir na minha mente, como flashes. Professores, treinadores, colegas de trabalho, irmãos de trabalho, amigos, família, meu irmão, meu pai, minha mãe. Todos estão sorrindo para mim, parece que sabem que estou feliz. Volto ao meu passado. Por que estou aqui? Por causa dessas pessoas. Foram elas que consolidaram minha educação, minhas crenças, meus valores, meu comportamento. Não sei se tudo está certo. Sei que estou bem, pronto para tentar explorar o meu potencial como ser humano (e isso todos tem) para impactar positivamente a vida de outras pessoas. A todos que fizeram parte do meu ciclo de amizade e aprendizado: obrigado. Tenham a certeza de que os levarei para a vida toda.


Beijos e abraços.

sábado, 15 de agosto de 2009

Mudança.

Voltei. E dessa vez vários serão os textos aqui neste blog postados. Estive fora durante cerca de 3 semanas me dedicando àquilo que tem movimentado, transformado e me deixado apaixonado. AIESEC. Organização para qual trabalho, como diretor financeiro do escritório brasileiro. Para quem não conhece, somos do Terceiro Setor, presentes em mais de 100 países e reconhecidos pela Unesco como a maior organização gerenciada por estudantes no mundo inteiro (no Brasil quase 2.000). Simplificadamente trabalhamos com intercâmbio profissional, ou seja, nossos escritórios locais (no Brasil: 30) são estruturados para enviar e receber trainees para as empresas. Além disso, a AIESEC propicia aos membros oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional através de cargos de liderança e trabalho prático nas áreas de Vendas, Finanças, RH, Gestão da Informação, Marketing e Operações. Tudo isso inserido em um ambiente internacional de aprendizado.

Muito bonito no papel. Vendi ‘’minha’’ organização como qualquer um faria. Do jeito que a posicionei, desinformado seria você que nunca ouviu falar nela. Mas a verdade é outra. No Brasil, ainda temos que nos consolidar, tanto no mercado estudantil, quanto no corporativo. É para isso que atualmente estou sendo pago. É para isso que vivo. É para expandir as oportunidades que mudaram minha visão de mundo que estou aqui. É pela AIESEC e seus membros (incluso eu) que luto minuto a minuto, buscando reascender algo que ficou pra trás nas nossas vidas: iniciativa, vontade de mudar. E quando digo mudar, não me refiro à vida particular, mas sim à capacidade que temos de impactar positivamente o mundo em que vivemos. Agente de mudança: esse é o produto final da AIESEC. É isso que quero ser.

Nos dois últimos finais de semana organizamos o Encontro Nacional de Presidentes e os Encontros Funcionais, ambos com o intuito de capacitar as lideranças dos escritórios do Brasil (presentes em 27 cidades diferentes, 13 estados – de Porto Alegre a Manaus), responsáveis pela entrega daquilo que chamamos ‘’nosso principal impacto’’: o já citado intercâmbio, canal de desenvolvimento de novas competências, habilidades e tolerâncias culturais, tudo isso imprescindível para almejar algo maior no mercado de trabalho. Ou ao menos é um primeiro grande passo para tal.













Nosso time assumiu a cerca de 1 mês a diretoria da AIESEC no Brasil e o primeiro grande desafio foi entregar uma conferência para mais de 300 estudantes. Medo, falta de tempo, várias prioridades, dúvidas, problemas, obstáculos, insegurança – tudo isso nos afetou durante a preparação. Por outro lado, dedicação, amor, senso de responsabilidade, criatividade, paciência e sentimento de desafio preencheram o espaço positivo de todo o jogo emocional que norteia nossas vidas atualmente. No final, e falo por mim, valeu muito à pena. Fortaleci os laços de amizade dentro do meu time, percebi que não tenho apenas colegas de trabalho, mas sim irmãos e irmãs, os quais levarei pra sempre, mesmo tudo isso sendo apenas o começo. Confio neles, preciso deles, moro e trabalho com eles.

Quanto ao time nacional de finanças, quase chorei, ao vivo. Ao receber a validação quanto ao conteúdo que foi passado, obtive uma grande vitória pessoal, uma satisfação inexplicável, que me fez ter a certeza de que as noites em claro fizeram sentido. Percebi que nosso time é muito forte, capaz de mudar muito do que é feito hoje e ter real impacto no desempenho de cada escritório. União com compromisso, é assim que nos defino. E isso vale também por lado ‘’off’’, festinhas e lálálá. Cada um de um canto do Brasil, todos trabalhando e se divertindo juntos, fazendo a diferença e novas amizades. Por tudo isso, só me resta agradecer cada um. Fico tranqüilo em saber que posso contar com vocês e vocês comigo. Juntos, podemos fazer muito. E iremos.


A AIESEC nos fornece a oportunidade de inovar, fazer acontecer, diferentemente de um estágio, onde tudo já é padrão. Aqui nos auto-conhecemos, aqui percebemos o real potencial de cada um. Aqui é onde devemos explorar ao máximo antes de sair pro mercado. Paciência, pois no final tudo dará certo, se não der, é porque não é o final.

E para completar, pois foi um texto longo: no momento estou em Londres, preparando-me para representar o Brasil com mais 5 membros da AIESEC no Congresso Internacional, que começará quarta-feira em Kuala Lumpur, Malásia. Nunca imaginei que um dia faria algo do tipo. Portanto só me resta, novamente, agradecer:

Obrigado AIESEC por tudo. Não sei o que vai ser da minha vida no futuro, só sei que será diferente do que seria. =]

Beijos e abraços.